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	<title>Carrinho de Pipoca &#187; Reflexões</title>
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		<title>Carrinho de Pipoca &#187; Reflexões</title>
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		<title>A fome e a barriga cheia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 14:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tio, me dá um trocado?&#8221;, frase comum de ser ouvida nas ruas de São Paulo. Não só de São Paulo, mas de qualquer lugar do Brasil e e tantos outros do mundo, já que a miséria, infelizmente, é generalizada. Em resposta, alguns dão com desconfiança, pensando se o garoto ou garota, homem ou mulher, vai de fato usar o trocado para comprar comida e saciar sua fome. Outros dão liberalmente, como se um ou dois reais que lhes saem dos bolsos não fizessem falta e que, por ter ajudado, o que faria o recebedor do dinheiro com ele não lhe importasse mais. Outros, ainda, sequer dão alguma coisa, passando ao largo e não refletindo sobre a real ou eventual necessidade de quem vai às ruas perambular à procura de algo para comer.</p>
<p>Numa dessas passagens de pedidos e dinheiros, certa feita, me deparei com um garoto franzino, de seus, no máximo, quinze anos de idade. Estava ele sentado no chão, em um dos tantos terminais de ônibus da capital, e pedia aos transeuntes que lhe dessem algo. Não, ele não pedia dinheiro nem sequer um trocadinho que seja. Pedia algo para comer, pois estava com fome. Enquanto estava na fila, percebi que a todos que ali chegavam aquele garoto, maltrapilho e maltratado pela vida, pelas oportunidades de que ela lhe privara, pedia um lanche, um salgado, alguma coisa para comer.</p>
<p>A reação das pessoas diante dessa situação era das mais diversas: uns olhavam, outros nem davam bola, outros se confrangiam pela situação do menino. Uns o tinham por usuário de drogas, outros diziam que não. Porém o bate-papo das pessoas não mataria a fome do menino, se realmente ele a tivesse.</p>
<p>Instantes depois, enquanto observava aquela argumentação dos populares sobre os prós e contras em ajudar o garoto, eis que surge uma senhora, possivelmente de barriga cheia. Ela traz nas mãos um saquinho, e entrega ao pobre menino. Ao abrir o invólucro, o garoto saca dele uma coxinha e a devora como se não mais houvessem coxinhas na terra. Depois de comer, à vista de todos na fila, agradece à senhora, porém se queixa que ainda está com fome.</p>
<p>Aquele menino saiu dali. Para onde foi, não sei. Mas sei que, para onde eu fui, me pus a pensar sobre aquela situação. Pensei em quantas pessoas têm pão com fartura em sua mesa, enquanto outros tantos têm fome e nada mais que migalhas para comer. Num país de riquezas tantas, não é aceitável que no século 21 ainda tenhamos que conviver com situações de miséria e degradação, que levam garotos a mendigarem o pão, enquanto deveriam estar na escola. Diante de mim, o paradoxo: a fome do menino e a barriga cheia daqueles que, podendo, nada fazem para ajudá-lo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carrinhodepipoca.wordpress.com/767/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carrinhodepipoca.com&#038;blog=7659120&#038;post=767&#038;subd=carrinhodepipoca&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O trabalho dignifica o homem</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 00:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Max Weber]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_674" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><img class="size-medium wp-image-674" title="max_weber_1894" src="http://carrinhodepipoca.files.wordpress.com/2009/08/max_weber_1894.jpg?w=224&h=300" alt="Max Weber, sociólogo alemão" width="224" height="300" /><p class="wp-caption-text">Max Weber, sociólogo alemão</p></div>
<p>Além de fonte de renda, sustento, alguns aborrecimentos e algumas alegrias, os anos que trabalho como Escrivão da gloriosa Polícia Civil do Estado de Minas Gerais levam-me à reflexão sobre vários aspectos relevantes da vida do homem em sociedade. Talvez porque em minhas mãos, ou melhor: nas mãos das Autoridades das quais sou mero agente, desembocam primeiramente boa parte dos problemas que a sociedade vive e possui, muito antes de aportarem &#8211; já devidamente autuados e registrados &#8211; nos refrigerados gabinetes de promotores e magistrados, o contato com o problema e com suas causas e consquências é mais direto, mais no ponto do calor dos fatos.</p>
<p>Uma das reflexões mais constantes a que o dia-a-dia policial me conduz é acerca do trabalho. Não do meu trabalho, ou do trabalho dos colegas, mas da importância que o trabalho tem em uma sociedade que se diz organizada.</p>
<p>A Constituição brasileira de 1988, texto magnífico criado no auge dos anseios democráticos da nação recém saída de mais de duas décadas de regime militar, consagra como princípios fundamentais da República &#8220;os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa&#8221; (Art. 1º, IV) e, como era de se esperar de uma Carta Magna verdadeiramente democrática e cidadã &#8211; eis seu apelido &#8211; alguns de seus primeiros artigos, um capítulo inteiro, aos direitos sociais e dos trabalhadores (Arts. 6º a 11).</p>
<p>O ilustre pensador Max Weber, alemão que viveu entre 1964 e 1920, em sua célebre obra &#8220;A ética protestante e o espírito do capitalismo&#8221;, cunhou a expressão famosíssima <em>&#8220;o trabalho dignifica o homem&#8221;</em> que, embora isolada de seu contexto original, muito fala sobre a importância do trabalhador e do próprio trabalho em uma sociedade, qualquer que seja ela.</p>
<p>Conheço bem a realidade do trabalho, pois, muito antes de entrar pela estreita senda dos concursos públicos, dos quais já prestei algo em torno de quinze, já trabalhava. Ainda criança, lembro-me de vender alface na feira, salgado na fila da carteira de habilitação, bolo na rua, chocolate na escola e outras gostosuras que minha mãe preparava. Muitas vezes eu mais comia as gostosuras que as vendia, o que me rendia mais broncas que dinheiro. Mas, ainda assim, aprendi a lidar com o trabalho e com os valores que ele agrega à vida das pessoas.</p>
<p>Já mais crescido, passei por rádio, lojas de parafusos e de informática, raramente estando um só período que seja sem trabalhar, salvo quando já na faculdade. Até que, finalmente, consegui passar pelas portas de um concorrido concurso público.</p>
<p>Hoje, na Polícia, muito me impressiona ver alguns, ou melhor, muitos jovens com idade de estar no mercado de trabalho partir para outro mercado, o das drogas. Há poucas horas ouvi de um garoto de 17 anos que ele não trabalha simplesmente porque a lei proíbe &#8220;de menor&#8221; (sic) trabalhar, o que, de fato, não é verdade. Volta e meia ouço isso! Sempre a mesma desculpa: &#8220;meu filho não trabalha porque a lei não deixa&#8221;, &#8220;eu não posso trabalhar&#8221;, &#8220;a lei não me deixa trabalhar&#8221;&#8230; São tantas e tantas desculpas de que &#8220;a lei não deixa&#8221; que, simplesmente não entendo por qual motivo eles não fazem o que a lei deixa, que simplesmente é estudar. Entretanto, como é mais conveniente, vai-se traficar, servir de olheiro, aviãozinho, vapor ou do que vocês quiserem chamar.</p>
<p>O mesmo menor, que hoje escapou exatamente por ser menor, disse que ganharia R$ 20,00 por algumas horas observando se a polícia não aparecesse. A polícia apareceu, ele foi conduzido à Delegacia e não ganhou os R$ 20,00 prometidos. Pelo menos o &#8220;patrão&#8221; tomou cana.</p>
<p>Daí volto ao ensino weberiano. O contexto de sua frase é muito mais amplo do que o dito popular que ela eternizou: <em>&#8220;Desempregados e atiçadores de lutas de classes já não são vistos com bons olhos, pois se recusam a trabalhar, e, se o trabalho dignifica o homem, não importa em que se trabalhe, contanto que trabalhe e que leve uma vida sempre produtiva&#8221;. </em>Por certo, não é à toa que um ex-sindicalista, ex-atiçador de luta de classes, portanto, que hoje dirige a nação, não quer incentivar o trabalho a essa fatia tão necessitada de melhores condições de vida, os adolescentes que, se não forem arregimentados para o mercado de trabalho, vão sê-lo para o tráfico. Porque, afinal de contas, trabalhar não mata nem avilta, pelo contrário: dignifica.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carrinhodepipoca.wordpress.com/673/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carrinhodepipoca.com&#038;blog=7659120&#038;post=673&#038;subd=carrinhodepipoca&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Reflexões sobre um aniversário</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 16:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_576" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-full wp-image-576" src="http://carrinhodepipoca.files.wordpress.com/2009/07/antigamente-12.jpg?w=600" alt="Eu, um bebezinho (acompanhado de minha mãe e meu pai)"   /><p class="wp-caption-text">Eu, um bebezinho (acompanhado de minha mãe e meu pai)</p></div>
<p>Há exatos 23 anos, no dia 14 de julho de 1986, às 06h00, na Santa Casa de Misericórdia de Passos, um menino dava seu primeiro choro. Depois de nove meses em um ambiente acolhedor e seguro, ele foi expulso dali para um mundo aparentemente hostil, que deveria começar a explorar a partir daquele exato momento.</p>
<p>Tudo, de início, era novo. Os médicos, enfermeiras, o pai, a mãe. Todas as aparências até então absolutamente desconhecidas, e tudo impressionava os olhos do menino que até então nada conhecia além do útero materno.</p>
<p>23 anos se passaram, desde aquele 14 de julho. Os primeiros passos, as primeiras palavras, os primeiros amigos&#8230; A pré-escola, o fundamental, o médio&#8230; As incursões no ensino superior. Os amigos, mentores, parceiros, irmãos. Tudo isso para completar mais e mais ainda o rol de coisas a serem exploradas por aquele bebê que há 23 anos nascia.</p>
<p>Aquele bebê, que depois virou criança, adolescente e, por fim, um jovem que ainda continua explorando o mundo que tem à sua volta, sou eu. Se eu tivesse que resumir em poucas palavras o que foi até agora minha vida, poderia dizer que foi expressão da graça e da misericórdia de Deus, que experimento a cada dia que passa.</p>
<p>Em Lamentações 3.22,23, Jeremias registra as seguintes palavras: &#8220;As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.&#8221; Para mim, completar mais um ano de vida é exatamente a expressão e a prova de que, por um ano inteiro, as misericórdias do Senhor se renovaram sobre minha vida, pois em um só minuto sem elas eu seria consumido de imediato. E eu sou extremamente grato a Deus porque, neste 14 de julho, ele decidiu por sua misericórdia e graça arrancar mais uma folhinha do meu calendário, me concedendo a graça de poder estar vivo para continuar explorando e conhecendo o mundo que ele me deu!</p>
<p>Obrigado, Senhor, por mais um ano em que tua misericórdia me acompanhou todos os dias!</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>PS.: Grandes presentes tenho recebido esses dias, desde o carinho dos amigos até surpresas muito agradáveis. Meu amigo e irmão Guilherme, vc reaparecer tão de repente e inesperadamente, depois de algum tempo &#8220;sumido&#8221;, foi uma dessas surpresas!</em></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carrinhodepipoca.wordpress.com/575/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carrinhodepipoca.com&#038;blog=7659120&#038;post=575&#038;subd=carrinhodepipoca&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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