25 anos de sonho e de sangue e de América do Sul (3)
E chegamos ao terceiro dia de viagem!
Bem cedo, por volta das 7 da manhã, pulei da cama em Buenos Aires e, com as malas prontas, parti do Che Lagarto Hostel para o terminal rodoviário de Retiro. Ali deixei minha mala grande no guarda-volumes e, com uma mochila, fui para o porto do Buquebus, serviço de balsas que faz o transporte pelo Rio da Prata até Colonia del Sacramento e Montevidéu, ambas no Uruguai, além de outras cidades.
O primeiro destino era Colonia. Cidade fundada há mais de 330 anos, considerada pela Unesco patrimônio da Humanidade. Na cidade, nota-se influência tipicamente portuguesa, já que nossos colonizadores por lá também estiveram. Ruas estreitas, calçada com pedras, casas com arquitetura de séculos passados. O centro histórico vale a pena ser visitado, e é um local que rende belas fotografias.
Em Colonia o meio de transporte usado foi uma lambreta, que se pode alugar por pouco mais de R$ 30. Facilita muito andar pelas ruas da cidade, embora o centro histórico seja pequeno e fácil de ser visitado em poucas horas. Entretanto, a cidade tem mais de 6km de praias do Rio da Prata, o que a lambretinha me permitiu conhecer.
Após um belo “bife de lomo con ensalada”, deixei a lambreta onde a havia alugado e, em um ônibus, vim para Montevideo. Estou agora no hostel, preparando para dar uma saída, comer alguma coisa e conhecer um pouco a cidade.
Amanhã à noite, volto a Buenos Aires e, de lá, vou para Mendoza. Pode ser que, com isso, não tenhamos post aqui no blog.
Buenas!

É preciso ter habilitação pra dirigir as lambretinhas, Luiz?
A habilitação brasileira serve pra dirigir veículos por aqui, mas pelo jeito eles não ligam muito pra isso. Nem me pediram na hora de entregar a lambreta.