¡Mi Buenos Aires querido! #3
Posted by Luiz Claudio em 26/11/2009
¡Hola, chicos!
O terceiro dia de nosso mochilão pela Argentina começou com um ônibus logo após o café da manhã. Dica importante para quem vai andar de ônibus aqui: sempre carregue moedas no bolso, pois os coletivos de Buenos Aires não aceitam cédulas. No interior de cada ônibus há uma espécie de cofre automático no qual se insere moedas (a máquina dá o troco e um ticket da passagem). O preço médio do ônibus por aqui é de AR$ 1,25, muito barato se comparado com o Brasil (algo em torno de R$ 0,70).
O coletivo nos levou ao bairro de La Boca, onde visitamos o estádio La Bombonera, sede do Club Atlético Boca Juniors. A primeira fase do passeio é uma visita ao Museo de La Pasión Boquense que, como o nome sugere, guarda inúmeras recordações dos sucessos do Boca Juniors no futebol argentino e mundial. Galeria de fotografias de jogadores e técnicos, títulos, conquistas e glórias do clube porteño. Há, em exposição, inclusive, uma camiseta do Santos usada por Pelé (que foi melhor que Maradona) e outros adereços do futebol brasileiro. Como não poderia faltar, há fotografias e uma estátua de Maradona (que não foi tão bom quanto Pelé) que, como pudemos perceber por aqui, é comparado a Deus em camisetas e outras lembranças de Buenos Aires.
Em seguida, fizemos um tour pelo estádio, guiados por uma simpática argentina. No grupo, havia brasileiros, alemães, colombianos e pessoas de outras nacionalidades. A visita teve início pelas arquibancadas do estádio, passando em seguida pelo campo, pela sala de imprensa e vestiários. É claro que tiramos muitas fotos.
Nas proximidades de La Bombonera há diversas lojinhas de souvenirs temáticos do Boca e da Seleção Argentina. Logo em frente o estádio, almoçamos em um restaurante bem temático do Boca. Qual não foi nossa surpresa quando vimos que ali estavam diversos jogadores da equipe, inclusive o Riquelme. O cardápio foi um dos pratos típicos do país, o bife de chorizo, bem gorduroso e mal-passado, acompanhado de salada de alface e tomate e pães. Muito bom o prato, sem dúvida. Para complementar a refeição, uma legítima Quilmes argentina estupidamente gelada.
Depois, a pé mesmo, fomos até o Caminito, um dos melhores exemplos de maquiagem urbana que existe no mundo. Na verdade era uma favela, porém toda pintadinha de diversas cores, que a faz parecer um lugar muito bonito. Em uma das ruas há diversos bares com shows gratuitos de tango a todo o tempo, com direito a tirar fotografias com as bailarinas (ou com os bailarinos, a depender do gosto). Sempre fomos abordados por funcionários dos bares, muitos deles falando em português e demonstrando um profundo conhecimento do futebol brasileiro.
O local é uma miscelânea de muitas culturas. Ouve-se várias línguas e vê-se pessoas de muitas nacionalidades. Interessantíssimo o lugar.
A noite promete um show de tango em um local incrível, em La Boca, com direito a vinho argentino, jantar e sobremesa típicos.
A programação de hoje seria visitar a Recoleta, contudo o tempo não nos permitiu. Assim, o faremos amanhã.
¡Buenas noches, amigos!






